Filadélfia, na Ásia Menor, foi fundada pelo rei Xerxes, da Pérsia. Quando marchava para invadir a Europa, ele passou uma tarde sob uma majestosa árvore. O dia estava tão bonito que o rei ordenou a seus servos que enfeitassem a árvore. Em seguida, deixou ali um soldado para transformar o lugar em área de descanso para os viajantes. Filadélfia cresceu e tornou-se uma passagem para o comércio entre o Oriente e o Ocidente. Quando Jesus fala para a congregação cristã de lá, Ele diz que tem a posse da chave para uma porta melhor, que abre entre este mundo e o próximo. Essa porta, Ele diz, nunca se fechará, pois Ele é a nossa porta, nosso caminho para a eternidade, nosso único caminho.
A pequena igreja da Filadélfia precisava daquela mensagem. As crises políticas causavam nervosismo; tremores de terra destruíram a cidade, e os moradores começaram a reclamar que os problemas eram causados pelos cristãos.
Muitos cristãos deixaram a igreja naqueles tempos. Frequentemente, eram forçados a adorar a estátua do imperador romano. Se desobedecessem, teriam os bens confiscados e poderiam ser presos e mortos.
Os estilos de perseguição mudam, mas cada época tem seus métodos de afastar os crentes de Deus. Felizes os que podem hoje, sem baixar as cabeças, ouvir as palavras de Jesus: “Sei que você tem pouca força, mas guardou a minha palavra e não negou o meu nome”.
É muito melhor reconhecer as nossas fraquezas e permanecermos fiéis do que considerar-se forte e negar o nome de Cristo.
Soli Deo Glória